Nosso cérebro pensa? Ele tem vontade própria? É autônomo? A filosofia nos ensina que essas questões ocupam o pensar desde que a humanidade existe. Algo como imaginar se existe vida após a morte física do nosso corpo. As comprovações são difíceis de se obter mas o exercício do questionamento, do pensar, tem movido as mentes ao longo da história.

Às vezes, os momentos mais simples contêm a sabedoria mais profunda. Deixe seus pensamentos se acalmarem, e a clareza virá até você.
Cogito, ergo sum
“Penso, logo existo” é a famosa máxima do filósofo francês René Descartes (1596–1650), criada para provar a certeza da própria existência através da razão. Ela resume a ideia de que, mesmo quando duvidamos de tudo ao nosso redor, o próprio ato de duvidar e pensar prova que existe alguém pensando.

Descartes entendeu que sabia mas não sabia. Decidiu questionar tudo, inclusive os sentidos e a realidade, para achar uma base segura para o conhecimento. Ele percebeu que, se ele duvida, ele pensa; e se ele pensa, ele precisa existir para realizar essa ação.


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Conclusão com pontos principais
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