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NASA anuncia a morte do Telescópio Espacial Spitzer

A NASA fez uma grande festa para  comemorar o legado de grande alcance do Telescópio Espacial Spitzer da agência que, depois de 16 anos de descobertas surpreendentes, será desativado. 

Um dos quatro grandes observatórios da NASA, Spitzer foi lançado em 25 de agosto de 2003 e estudou o cosmos com o recurso de luz infravermelha. Suas imagens são de tirar o fôlego e revelaram a beleza do universo infravermelho.

Spitzer fez alguns dos primeiros estudos de atmosferas de exoplanetas (atmosferas de planetas em torno de estrelas que não o nosso Sol).
Ele confirmou dois e descobriu cinco dos sete exoplanetas do tamanho da Terra ao redor da estrela TRAPPIST-1 – o maior lote de planetas terrestres já encontrado em torno de uma única estrela.
Veja o vídeo documentário produzido pela NASA para se despedir do Spitzer:

https://www.youtube.com/embed/ghnnbMWVtWU?rel=0

Na quinta-feira, 30 de janeiro, os engenheiros desativarão a espaçonave Spitzer e encerrarão esta incrível missão.

Missão TESS da NASA descobre seu primeiro mundo com duas estrelas

O planeta, chamado TOI 1338 b, é cerca de 6,9 ​​vezes maior que a Terra, ou entre os tamanhos de Netuno e Saturno. Encontra-se em um sistema a 1.300 anos-luz de distância na constelação Pictor. As estrelas no sistema formam um binário eclipsante, que ocorre quando os companheiros estelares se circundam em nosso plano de visão. Créditos: Goddard Space Flight Center da NASA

Quando Wolf Cukier terminou seu primeiro ano na Scarsdale High School, em Nova York, ele ingressou no Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, como estagiário de verão. Nem de longe ele poderia imaginar que o seu trabalho iria resultar numa das grandes descobertas da astronomia. Cukier tinha que examinar as variações no brilho das estrelas capturadas pelo satélite Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS) da NASA e enviadas para o projeto de ciência do cidadão Planet Hunters TESS. “Eu estava procurando nos dados tudo o que o nosso pessoal já havia sinalizado como possibilidade de ser um binário eclipsante, um sistema em que duas estrelas circulam entre si e, do nosso ponto de vista, eclipsam-se a cada órbita”, disse Cukier. “Três dias após o início da pesquisa, vi um sinal de um sistema chamado TOI 1338. No começo, pensei que fosse um eclipse estelar, mas  logo descobri que era mesmo um  planeta”.

Embora as condições exatas do TOI 700 d não sejam totalmente conhecidas, os cientistas fizeram algumas projeções e concluíram que o planeta TOI 700 d pode ser coberto por oceano, ter atmosfera densa e temperaturas e pressões de superfície adequadas para habitabilidade. 

Liberada a montagem das aeronaves supersônicas X-59 da NASA

Ilustração da aterrissagem X-59 concluída em uma pista.
Créditos: Lockheed Martin

A primeira aeronave supersônica classe X pilotada foi liberada para montagem final depois de mais de 30 anos de pesquisas. O projeto definitivo passou por uma grande revisão.

“Com a conclusão do KDP-D, mostramos que o projeto está dentro do cronograma, está bem planejado e no caminho certo. Temos tudo para continuar essa missão histórica de pesquisa para o público de viagens aéreas do país ”, disse Bob Pearce, administrador associado da NASA para Aeronáutica.

O X-59 é modelado para reduzir o volume de uma explosão sônica que atinge o solo para um baque suave, se é que é ouvido.

NASA seleciona local para coleta de amostras do asteróide Bennu.

Esta imagem mostra a região batizada de  Nightingale, o principal local de coleta de amostras do OSIRIS-REx no asteróide Bennu.
Créditos: NASA / Goddard / Universidade do Arizona.

Depois de um ano analisando a superfície dispersa de rochas do asteróide Bennu, a equipe selecionou oficialmente um local para a coleta de amostras.

Tamanho do asteroide que poderá chocar-se com a Terra no futuro.

A equipe da missão Origins, tradução de Espectral, Identificação de Recursos, Segurança e Regolith Explorer (OSIRIS-Rex) concluiu que a área chamada de  “Nightingale” – localizada em uma cratera no alto hemisfério norte de Bennu – é o melhor local para a sonda OSIRIS-REx coletar  amostras.

Detalhe da superfície do asteroide Bennu

“Depois de avaliar minuciosamente todos os quatro locais candidatos, tomamos nossa decisão final com base em qual local possui a maior quantidade de material refinado e com que facilidade a espaçonave pode acessar esse material, mantendo a espaçonave segura”, disse Dante Lauretta, OSIRIS-REx investigador principal da Universidade do Arizona em Tucson.

A sonda retornará de Bennu em 2021 e está programada para chegar à Terra em setembro de 2023.

Boeing testa sistema para “abortar a missão”

Cápsula Starliner vai levar astronautas americanos para a Estação Espacial Internacional

O teste foi projetado para verificar se cada um dos sistemas da nave Starliner funcionará não apenas separadamente, mas em conjunto, para proteger os astronautas, levando-os com segurança para longe da plataforma de lançamento caso ocorra um evento de emergência antes da decolagem.

Este foi o primeiro teste de vôo da Boeing com a Starliner, como parte do Programa de Tripulação Comercial da NASA, para devolver lançamentos de vôos espaciais humanos à Estação Espacial Internacional a partir de solo americano.

NASA ENTREGA O PRIMEIRO AVIÃO ELÉTRICO

A entrega é um marco importante para o projeto, permitindo que os engenheiros da NASA comecem a submeter a aeronave a testes no solo, a serem seguidos por testes de voo. Créditos: NASA

A primeira configuração totalmente elétrica do X-57 Maxwell da NASA agora está no Armstrong Flight Research Center da agência em Edwards, Califórnia. Um objetivo do projeto X-57 é ajudar a desenvolver padrões de certificação para mercados emergentes de aeronaves elétricas, incluindo veículos urbanos de mobilidade aérea, que também contam com sistemas complexos de propulsão elétrica distribuída.

Assista ao vídeo que mostra em detalhes a nova aeronave elétrica:

O X-57, o primeiro avião experimental totalmente elétrico da NASA, ou o avião X – e o primeiro avião X com tripulação em duas décadas – foi entregue pela Empirical. A primeira configuração totalmente elétrica do X-57 Maxwell da NASA agora está nas mãos da agência. Armstrong Flight Research Center em Edwards, Califórnia.

Astronauta Sueca e Judia já está na Estação Espacial Internacional!

Uma equipe multinacional, incluindo a astronauta da NASA Jessica Meir e o primeiro viajante espacial dos Emirados Árabes Unidos (EAU), decolou, com sucesso, nesta quarta-feira, 25 de setembro, em direção à Estação Espacial Internacional. A viagem durou quatro órbitas e seis horas será o primeiro voo espacial de Meir.

Quem fez a fotografia foi Christina Koch, amiga da astronauta da NASA Jessica Meir, a bordo da ISS registrando o segundo estágio da subida da Nave Soyus.
The Soyuz MS-15 spacecraft is launched with Expedition 61 crewmembers Jessica Meir of NASA and Oleg Skripochka of Roscosmos, and spaceflight participant Hazzaa Ali Almansoori of the United Arab Emirates Wednesday, Sept. 25, 2019 from the Baikonur Cosmodrome in Kazakhstan. Photo Credit: (NASA/Bill Ingalls)

Jessica foi recusada por três vezes para o programa de treinamento de astronautas. Em agosto, quando a NASA finalmente anunciou que ela participaria da sua primeira missão espacial, quase não acreditou.  

A astronauta da NASA, Jessica Meir, em treinamento, a bordo da espaçonave Soyuz MS-15 no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. A decolagem está programada para o dia 25 de setembro em direção à Estação Espacial Internacional.
Créditos: NASA / Victor Zelentsov ;padding:0c
A nave espacial Soyuz MS-15 transportando Jessica Meir, Oleg Skripochka da agência espacial russa Roscosmos, e o primeiro viajante espacial dos Emirados Árabes Unidos (EAU), Hazzaa ali Almansoori, foi lançada do Baikonur Cosmodrome no Cazaquistão. A espaçonave atracou ao módulo de serviço Zvezda da Estação Espacial depois de um vôo de quatro-órbitas e seis horas.

Espaçonave de carga japonesa se prepara para decolar em direção à Estação Espacial.

Uma espaçonave de carga japonesa carregada com mais de quatro toneladas de suprimentos, peças de reposição e equipamentos para experimentos será lançada do Centro Espacial Tanegashima, no sul do Japão, para a Estação Espacial Internacional nesta terça feira, 24 de setembro.

Rússia manda seu primeiro robot para a Estação Espacial

Feodor mede 1,80 metro e pesa 160 quilos. Fedor tem contas nas redes sociais Instagram e Twitter, nas quais divulga informações sobre sua vida diária e suas proezas, como aprender a abrir uma garrafa de água.

A Rússia mandou para o espaço nesta quinta-feira, um novo astronauta. Seu nome é Fedor (ou Feodor). É o seu primeiro robô humanoide, que deve passar um período na Estação Espacial Internacional (ISS) como um experimento para o uso deste tipo de máquina na exploração do espaço.

“Vamos! Vamos!”, afirmou o robô em russo no momento da decolagem, recordando a famosa expressão de Yuri Gagarin durante a primeira viagem espacial do homem em 1961.

Fedor, que tem o número de identificação Skybot F850, decolou às 6H38 de Moscou (0H38 de Brasília), a bordo de um foguete Soyouz, lançado da base russas de Baikonur, no Cazaquistão.

O primeiro robot astronauta da Russia imita os movimentos do ser humano e, por isso, poderá ser muito útil nos experimentos que fará na Estação Espacial.

Fedor deve, a princípio, chegar à ISS no sábado e permanecer na estação até 7 de setembro. O foguete utilizado no lançamento está equipado com um novo sistema de controle digital e motores de última geração.

NASA ilustra composição de Debussy para “cantar” a Lua

Os técnicos da NASA Goddar resolveram ilustrar uma das mais lindas composições de Claude Debusy – Monlight com imagens inéditas do satélite Lunar Reconnaissance Orbiter. O resultado: Fantástico!!!

Uma das imagens do Lunar Reconnaissance Orbiter
Moonlight (Clair de Lune) de Claude Debussy – NASA Goddard

A NASA não é fraca! Como pretende montar uma base para os astronautas, perto do Polo Sul da Lua, já está fazendo graça e “cantando” a Lua dos apaixonados para que tudo dê certo.

Israel não desistiu e vai mandar uma nova sonda para a Lua: Beresheet 2.0

A Beresheet, cujo nome significa “gênese” em hebraico, foi a primeira espaçonave israelense a chegar na Lua. A missão foi lançada em 21 de fevereiro em um foguete SpaceX Falcon 9 e sobreviveu a uma falha técnica para chegar onde está agora. O módulo estava equipado com câmeras para fotografar a superfície lunar e fazer alguns testes. Infelizmente, quando estava para pousar, houve uma pane e a nave colidiu com a superfície.

Primeira nave de Israel não conseguiu!

A foto acima, tirada pela NASA, mostra o local de pouso da nave espacial israelense Beresheet em uma região da lua chamada mar da serenidade, ou Mare Serenitatis em latim.
Em 11 de abril de 2019, SpaceIL, uma organização sem fins lucrativos, tentou pousar a sua nave espacial neste antigo campo vulcânico. Após uma descida inicial praticamente normal, a  Beresheet se descontrolou e finalizou a lunissagem de forma muito dura chocando-se contra a superfície lunar.
O fracasso da primeira missão não desanimou os cientistas israelenses que já estão preparando a versão 2.0 da Nave Beresheet.

Morris Khan – Empresário israelense que está por trás do projeto disse outro dia que o fracasso faz parte e que ele serviu para que os cientistas aprimorem o mecanismo da sonda na versão 2.0 que irá pousar na Lua.

Espaçonave Russa vai levar mantimentos para a Estação Espacial Internacional.

O brilho atmosférico da Terra é ofuscado pela Via Láctea enquanto a Estação Espacial Internacional orbita a 258 milhas acima de Mianmar durante uma passagem noturna em 11 de julho de 2019. A ISS Progress 72 reabastece a nave e o compartimento de ancoragem de Pirs, com sua escotilha iluminada ao fundo.
Crédito: NASA lsdsemih

Uma espaçonave russa de carga Progress está programada para ser lançada para a Estação Espacial Internacional na quarta-feira, 31 de julho.
A espaçonave Progress 73 decolará às 8h10, em um foguete Soyuz do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão carregado com quase três toneladas de comida, combustível e suprimentos para os residentes do laboratório em órbita onde chegará três horas após o lançamento.

Astronautas fizeram caminhada espacial de 6,5 horas!

Os astronautas russos Oleg Kononenko (traje com listras vermelhas) e Sergey Prokopyev (traje com listras azuis) trabalham fora da Estação Espacial Internacional, a mais de 400 quilômetros da Terra para inspecionar a espaçonave Soyuz MS-09. Foto Arquivo.
Créditos: NASA

Dois cosmonautas russos veteranos se aventuraram fora da Estação Espacial Internacional numa uma caminhada espacial, para recuperar experimentos científicos e realizar manutenção no laboratório em órbita. O comandante Oleg Kononenko da Expedition 59 e o engenheiro de vôo Alexey Ovchinin fizeram uma caminhada espacial que durou 6,5 horas.

NASA revela novos sons do Planeta Marte!

InSight Lander da NASA capta áudio do primeiro “quake” em Marte

O fraco sinal sísmico, detectado pelo instrumento Sísmico de Experimentação para Estrutura Interior (SEIS), foi gravado em 6 de abril de 2019, dia marciano 128º, ou Sol. Este é o primeiro tremor registrado que parece ter vindo de dentro do planeta. Os sons anteriores foram causados por forças acima da superfície, como o vento. Os cientistas ainda estão examinando os dados para determinar a causa exata do sinal.

Este vídeo e áudio ilustram um evento sísmico detectado pelo Mars InSight Rover da NASA em 6 de abril de 2019, o 128º dia de Marte, ou Sol, da missão. Três tipos distintos de sons podem ser ouvidos, todos detectados como vibrações do solo pelo sismógrafo da espaçonave, chamado de Experimento Sísmico para Estrutura Interior (SEIS): ruído do vento marciano, o próprio evento sísmico e o braço robótico da espaçonave ao tirar fotos.
Créditos: NASA
Assista ao vídeo no YouTube.

“As primeiras leituras da InSight vem se somar aos dados que coletamos desde as missões Apollo da NASA”, disse Bruce Banerdt, do Investigador Principal da InSight, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena, Califórnia. “Nós estamos coletando ruído de fundo até agora, mas este primeiro evento oficialmente dá início a um novo campo: sismologia marciana!”

Esta imagem, tirada a 19 de março de 2019 por uma câmera no Mars InSight rover da NASA, mostra o escudo de vento e térmico da cúpula do rover, que cobre seu sismógrafo, o experimento sísmico para estrutura interior e a superfície marciana no fundo.
Créditos: NASA / JPL-Caltech

O módulo InSight pousou na superfície do planeta em 19 de dezembro de 2018. Ele permitirá aos cientistas coletar dados semelhantes sobre Marte. Ao estudar o interior profundo de Marte, eles esperam aprender como outros mundos rochosos, incluindo a Terra e a Lua, se formaram.

Sobre Paulo Roberto Machado

Jornalista e Radialista Profissional, graduado em Comunicação Social e Pós Graduado em MKT pela PUC de Campinas, trabalhou, em Campinas e em São Paulo, durante anos na Rede Globo de Televisão - TV e Rádio, na Bandeirantes - Rádio e TV e na antiga TV Manchete como repórter, editor e apresentador e âncora de Telejornais e programas de Debate. Formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista Ágape.

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