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Envenenamento Mental

O Envenenamento Mental – Adilson Rodrigues, FRC

Como as palavras podem influenciar e até envenenar a vida da gente!

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Estávamos numa trilha e caminhávamos dentro de um córrego em direção a uma cachoeira. Uma amiga gritou assustada e outra amiga que estava próxima a ela, gritou mais assustada ainda. Voltamos para saber o ocorrido:

– A primeira gritou por que seu lenço caiu no riacho. – E a segunda, por que gritou? – Porque a amiga gritou e ela imaginou que fosse uma cobra ou algo perigoso.

Uma reflexão sobre o envenenamento mental nos leva a pensar em como ele pode nos levar a influenciar uns aos outros.
A vida é assim: ou eu influencio você, ou você me influencia, ou eu e você somos influenciados por alguma ideia ou sentimento. Concorda?

O envenenamento mental é um sofrimento, uma tortura, uma “ruminação” de ideias negativas. É estar pensando sobre uma ameaça recebida, uma maldição (praga), uma sugestão mental negativa. Estar envenenando é estar encabulado, sugestionado.
Uma observação critica sobre uma pessoa pode provocar envenenamento. Quem fala nem sempre percebe o que causou, mas quem escuta pode sofrer por horas, dias ou anos, se não tiver alguma defesa psicológica.

– “Como você está gorda, fulana!” – “Como você está pálido! Você esta doente?

Essas observações podem ferir ou envenenar. Uma ameaça cria uma expectativa doentia.
Uma “praga” causa um medo antecipatório.

E o medo de magia negra? E o medo de “olho gordo”, “quebrante”? E as notícias ruins? E os filmes de terror?E o medo de doenças?

O estudante de medicina passa por um stress quando começa a estudar as doenças, mas o povo também, quando a televisão enfoca uma situação doentia. Por exemplo, muita gente está com medo do mal de A1zheimer, em decorrência da televisão.

Envenenar é criar medo na cabeça das pessoas. Foi a terrível e primitiva “arma” que as criaturas humanas usavam para desfrutarem de poder. Até hoje, conscientes ou não, provocamos medo nos outros e, principalmente, nos nossos filhos.

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Livro da Ordem Rosacruz ajuda a evitar o envenenamento mental

Você sabia que Platão já condenava a lenda do “bicho papão”? Todavia, não são só os outros que nos envenenam, nós precisamos tomar muita atenção para não “envenenar” as pessoas e não nos auto-envenenarmos. Bem, em nossa reflexão, falta um item e você deve perguntar: como se defender?

Resposta: primeiro – usando mais o lado racional, e segundo – usando muito mais o seu lado intuitivo. O racional leva a questionar, argumentar e analisar, enquanto o intuitivo oferece uma nova possibilidade e uma definição interna, porque o inconsciente sabe mais do que o consciente.

Feliz Reflexão!

Adilson Rodrigues, FRC – Frater Rosacruz, é Médico, Psicanalista, estudante da Psicologia Analítica Junguiana e Diretor de Planejamento e Patrimônio da Grande Loja da Jurisdição de Lingua Portuguesa da Ordem Rosacruz – AMORC.

Sobre Paulo Roberto Machado

Jornalista e Radialista Profissional, graduado em Comunicação Social e Pós Graduado em MKT pela PUC de Campinas, trabalhou, em Campinas e em São Paulo, durante anos na Rede Globo de Televisão - TV e Rádio, na Bandeirantes - Rádio e TV e na antiga TV Manchete como repórter, editor e apresentador e âncora de Telejornais e programas de Debate. Formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista Ágape.

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