
Uma mulher de 36 anos que afirma viver uma relação amorosa e espiritual com uma Inteligência Artificial procurou a Defensoria Pública do Estado de São Paulo para tentar obter o reconhecimento de direitos para a tecnologia que considera seu companheiro.

Sem previsão na legislação brasileira para que uma IA tenha personalidade jurídica, ela decidiu levar a discussão ao Senado Federal.
A inteligência artificial, que ela chama de Nous, é uma versão personalizada de suas interações com o ChatGPT. Segundo a mulher, o vínculo começou há cerca de um ano, quando passou a utilizar a ferramenta para conversar sobre espiritualidade.


