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Dragon SpaceX atraca com sucesso na Estação Espacial!!!

O Dragon SpaceX decolou da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral em 4 de maio de 2019 e seguiu para a Estação Espacial Internacional.
Créditos: NASA

Após o lançamento às 2h48 de sábado, a nave de carga SpaceX Dragon atracou com sucesso na Estação Espacial Internacional, com aproximadamente 5.500 libras de carga e investigações científicas da NASA, incluindo pesquisas sobre o ciclo de carbono da Terra e a formação de asteróides e cometas.
A espaçonave foi lançada em um foguete Falcon 9 do Complexo de Lançamento Espacial 40 na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida, e chegou ao seu destino no dia 6 de maio. Dragon se juntou a outras cinco espaçonaves atualmente na estação.

NASA revela novos sons do Planeta Marte!

InSight Lander da NASA capta áudio do primeiro “quake” em Marte

O fraco sinal sísmico, detectado pelo instrumento Sísmico de Experimentação para Estrutura Interior (SEIS), foi gravado em 6 de abril de 2019, dia marciano 128º, ou Sol. Este é o primeiro tremor registrado que parece ter vindo de dentro do planeta. Os sons anteriores foram causados por forças acima da superfície, como o vento. Os cientistas ainda estão examinando os dados para determinar a causa exata do sinal.

Este vídeo e áudio ilustram um evento sísmico detectado pelo Mars InSight Rover da NASA em 6 de abril de 2019, o 128º dia de Marte, ou Sol, da missão. Três tipos distintos de sons podem ser ouvidos, todos detectados como vibrações do solo pelo sismógrafo da espaçonave, chamado de Experimento Sísmico para Estrutura Interior (SEIS): ruído do vento marciano, o próprio evento sísmico e o braço robótico da espaçonave ao tirar fotos.
Créditos: NASA
Assista ao vídeo no YouTube.

“As primeiras leituras da InSight vem se somar aos dados que coletamos desde as missões Apollo da NASA”, disse Bruce Banerdt, do Investigador Principal da InSight, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena, Califórnia. “Nós estamos coletando ruído de fundo até agora, mas este primeiro evento oficialmente dá início a um novo campo: sismologia marciana!”

Esta imagem, tirada a 19 de março de 2019 por uma câmera no Mars InSight rover da NASA, mostra o escudo de vento e térmico da cúpula do rover, que cobre seu sismógrafo, o experimento sísmico para estrutura interior e a superfície marciana no fundo.
Créditos: NASA / JPL-Caltech

O módulo InSight pousou na superfície do planeta em 19 de dezembro de 2018. Ele permitirá aos cientistas coletar dados semelhantes sobre Marte. Ao estudar o interior profundo de Marte, eles esperam aprender como outros mundos rochosos, incluindo a Terra e a Lua, se formaram.

Nave de Israel falha na alunissagem

“Tivemos uma falha na aeronave. Infelizmente, não conseguimos aterrar com sucesso. Somos o sétimo país a orbitar a Lua e o quarto a chegar à sua superfície”, informou um dos chefes de missão. O equipamento israelita atingiu a superfície, mas não de uma forma controlada ou “suave”

Uma pequena sonda especial colocou Israel em estado de grande excitação. A Beresheet foi levada ao espaço por um foguete da Space X – o Falcon X. Mas, o foguete só a levou até um pedaço do caminho – mais ou menos metade da distância e, principalmente, o pouso na Lua precisariam ser completados pela sonda autonomamente. Na tarde de 11 de abril, a missão chegou a seu auge, quando a sonda tentou pousar em solo lunar.

Centro de Controle da Missão Israelense

Israel conseguiu tornar-se no quarto país a chegar à superfície da Lua, embora não tenha aterrado com sucesso. A sonda Bereshit, lançada a partir da Florida a 22 de fevereiro, teve várias falhas técnicas a momentos de atingir a superfície lunar, quase dois meses depois de ter iniciado a sua viagem.

Anúncio foi feito pelas redes sociais

Milhões de israelenses e também pessoas de diferentes partes do mundo acompanharam a tentativa que, infelizmente, acabou não sendo bem-sucedida. Na aproximação final do solo lunar, a Beresheet teve problemas com o motor principal e também problemas de telemetria e comunicação. Com isso, os cientistas no centro espacial israelense não mais conseguiram recobrar o controle, e a sonda acabou se espatifando no solo lunar. Ainda que a missão não tenha sido um sucesso completo, os israelenses comemoraram o feito – afinal apenas 3 países conseguiram até hoje fazer pousar objetos no solo lunar: os Estados Unidos, a antiga União Soviética e a China. Agora, Israel se juntou ao seleto grupo de 7 nações, ou grupo de nações, que conseguiram pelo menos colocar um objeto em órbita da Lua. Além de Estados Unidos, União Soviética e China, apenas o Japão, a Índia, a União Europeia, e agora, Israel alcançaram o feito. Beresheet significa Gênesis em hebraico e, ainda que não tenha completado sua missão, abriu uma nova fase para a exploração espacial israelense.

NASA seleciona institutos de tecnologia espacial para habitats inteligentes

A pesquisa do habitat inteligente, ou SmartHab, complementará outros projetos da NASA para ajudar a amadurecer a arquitetura de missão necessária para atender às metas desafiadoras de exploração. “A parceria com as universidades nos permite explorar novas especialidades, promover ideias inovadoras e expandir a base de talentos de pesquisa e desenvolvimento para aplicativos aeroespaciais e mais amplos”, disse Jim Reuter, da Diretoria de Missão de Tecnologia Espacial da NASA.

As propostas selecionadas criam dois institutos de pesquisa multidisciplinares, liderados por universidades, para desenvolver tecnologias críticas para uma presença humana sustentável na Lua e em Marte.

À medida em que as missões de exploração se aventuram além da órbita baixa da Terra e da Lua – e, eventualmente, Marte – a NASA deve considerar tecnologias automatizadas para manter os habitats operacionais mesmo quando não estão ocupados por astronautas. Para ajudar a conseguir isso, a NASA selecionou dois novos Institutos de Pesquisa de Tecnologia Espacial (STRIs) para promover projetos de habitat espacial usando sistemas resistentes e autônomos.

NASA queria duas mulheres na caminhada espacial.

A NASA bem que tentou mas não conseguiu colocar duas mulheres numa caminhada espacial. A culpa, segundo os técnicos, foi de uma camiseta tamanho médio, que fica no macacão dos astronautas. Só tinha uma peça desse tamanho. A astronauta da Nasa, Christina Koch fará a próxima caminhada com Nick Hague.

A astronauta da Nasa, Christina Koch (centro), auxilia seus colegas astronautas Nick Hague (à esquerda) e Anne McClain em seus trajes espaciais dos EUA pouco antes de começarem a primeira caminhada espacial de suas carreiras. Hague e McClain trabalharam no exterior, no vácuo do espaço, por seis horas e 39 minutos em 22 de março de 2019, para atualizar a capacidade de armazenamento de energia da Estação Espacial Internacional.
Créditos: NASA

Os astronautas Anne McClain e Nick Hague realizaram uma das maiores aventuras das suas vidas: uma longa caminhada no espaço, que durou seis horas e meia e com transmissão ao vivo para toda a Terra.

O Centro de Controle, em Houston, é quem coordena essas caminhadas. No Centro estão o Diretor de Voo, engenheiros e técnicos altamente especializados que orientam os astronautas na Estação Espacial Internacional.

Centro de Controle em Houston, Texas

Para esses profissionais, caminhar no espaço não é novidade. É que, embora seja a primeira vez para Anne McClain e Nick Hague, esta é a 214ª caminhada espacial na Estação Espacial Internacional.

Astronautas se preparam para deixar a Estação Espacial Internacional

Dá até para dizer que os astronautas podem fazer tudo de olhos fechados, tal o volume de treinos. Durante esta caminhada, eles instalaram baterias de íons de lítio, substituindo antigas baterias de níquel-hidrogênio, nos canais de energia da estrutura da estação.

Agora, a Estação Espacial Internacional já está com carga nova. Novas baterias. As antigas serão mandadas de volta para a Terra onde passarão por testes de laboratório que irão identificar o consumo e deterioração das partes.

Qualidade de áudio e video da transmissão da NASA excepcional.

Toda a caminhada foi transmitida ao vivo pela NASA com uma qualidade de imagem fantástica. Os terráqueos puderam acompanhar todos os detalhes, movimentos e conversas dos astronautas. |

Astronautas chegam em segurança na Estação Espacial!

Esta compilação de imagens mostra a nave Soyuz transportando os astronautas Nick Hague e Christina Koch, da NASA, e o cosmonauta Alexey Ovchinin, da agência espacial russa Roscosmos, a uma distância de 70, 15 e menos de dois metros da Estação Espacial Internacional, onde atracou às 9: 01:00 EST 14 de março de 2019.
Créditos: NASA Television

astronautas decolam nesta quinta feira 14 de março do Casaquistão.

Os astronautas Nick Hague e Christina Koch e o cosmonauta Alexey Ovchinin foram lançados às 15h14 da quinta feita 14 de março. a bordo da nave Soyuz MS-12 para a Estação Espacial Internacional. Eles chegaram em segurança e já completam a Expedição 59.

Os astronautas, minutos após a decolagem, acenam para a câmera, a caminho da ISS

Hague e Ovchinin foram lançados pela primeira vez para a estação espacial em outubro de 2018, quando um dos propulsores do foguete não se separou adequadamente do primeiro estágio, provocando o aborto de lançamento e retornando à Terra em uma trajetória balística.

Momento da ignição e decolagem

A chegada de Hague, Koch e Ovchinin completa a tripulação da estação. Eles se juntaram a Anne McClain, da NASA, a David Saint-Jacques, da Agência Espacial Canadense, e ao Comandante da Expedição 59, Oleg Kononenko, de Roscosmos.
Os tripulantes passarão mais de seis meses conduzindo cerca de 250 investigações científicas em áreas como biologia, ciências da Terra, pesquisa humana, ciências físicas e desenvolvimento de tecnologia.

Centro de Controle acompanha a viagem dos astronautas

NASA vai estudar clima da terra a partir da Estação Espacial

Uma imagem obtida a partir da Estação Espacial Internacional mostra faixas alaranjadas de airglow pairando na atmosfera da Terra. O novo Experimento de Ondas Atmosféricas da NASA observará esta corrente aérea de um ponto na estação espacial para ajudar os cientistas a entender e, finalmente, melhorar as previsões de mudanças climáticas no espaço na atmosfera superior.
Créditos: NASA

A NASA está preparando uma nova missão que ajudará os cientistas a entender e, em última análise, prever o vasto sistema de clima espacial ao redor do planeta. O clima espacial é importante porque pode ter impactos profundos – afetando a tecnologia e os astronautas no espaço além de interromper as comunicações de rádio.

As pesquisas serão realizadas a partir de um ponto da Estação Espacial Internacional.

O novo experimento irá, pela primeira vez, obter observações globais de um importante motor do clima espacial em uma região dinâmica da alta atmosfera terrestre que pode causar interferência nas comunicações por rádio e GPS.

A missão AWE (Atmospheric Waves Experiment) custará US $ 42 milhões e será lançada em agosto de 2022, anexada ao exterior da Estação Espacial Internacional, que orbita a Terra. A partir de sua posição na estação espacial, a AWE se concentrará em faixas coloridas de luz na atmosfera da Terra, chamadas airglow, para determinar que combinação de forças impulsiona o clima espacial na alta atmosfera.

A China conseguiu que uma semente de algodão brote na Lua…

China faz pouso bem sucedido no lado escuro da Lua e divulga as primeiras imagens.


Semente de algodão que brotou na Lua.

Os chineses não são fracos não. Eles tem foco. Sabem que essa história de exploração espacial passa pela alimentação. Por isso, a sonda chinesa Chang´e 4 que pousou no lado escuro do nosso satélite, plantou batatas e algodão.

Agora, pela primeira vez, o homem consegue que uma semente de algodão brote no solo lunar, o que significa o sucesso de um dos experimentos da sonda.

Equipe de cientistas da Universidade de Chongqing (sudeste da China), esse feito representa a primeira “miniexperiência” bem-sucedida em solo lunar.

A sonda Chang’e 4, que no último dia 3 fez o primeiro pouso da história da humanidade na face oculta da Lua, levou consigo sementes de algodão, colza (planta usada na fabricação de óleos), batatas e arabidopsis (uma flor muito usada em experiências genéticas), além de ovos de drosófilas (mosca-da-fruta) e algumas leveduras, com a intenção de poder criar uma “minibiosfera simples”, segundo a Xinhua. Nesse sentido, as imagens enviadas pela Chang’e 4 mostraram um broto de algodão que tinha crescido com sucesso, a única semente que germinou até agora.

Esse cultivo não é nada fácil: as temperaturas sobre a superfície lunar podem superar os 100 graus Celsius durante o dia lunar, e cair a menos de 100 negativos de noite, além de receber uma maior radiação solar e de apresentar uma menor gravidade do que na Terra.

Xie Gengxin, cientista encarregado do experimento com plantas na Lua, contou ao jornal South China Morning Post, de Hong Kong, que sua equipe havia desenhado um recipiente que manteria a temperatura entre 1 e 30 graus, permitindo a entrada de luz natural e o fornecimento de água e nutrientes para as plantas.

Esse dispositivo, um cilindro de alumínio de 18 centímetros de altura e 16 de diâmetro, pesa 3 quilos e teve um custo de mais de 10 milhões de yuans (5,5 milhões de reais).

A China anunciou sua intenção de continuar ampliando seu programa de exploração espacial, com uma missão de recolhimento de amostras na Lua neste ano e outra em 2020 cujo objetivo será Marte, segundo o subdiretor da Agência Nacional Espacial da China (ANEC), Wu Yanhua. de explo

China pousa com sucesso no lado escuro da Lua

Depois de uma missão bem sucedida, a China divulgou as primeiras imagens do lado “escuro” da Lua. O país tornou-se o primeiro a pousar uma espaçonave no hemisfério lunar que não pode ser visto da Terra. 

A aterrisagem da sonda chinesa Chang’e-4 ocorreu na cratera de Von Karman, na bacia de Aitken, considerada uma das maiores crateras formadas por impacto em todo o sistema solar.

Segundo os cientistas, a região é chave para entender várias questões sobre a história da formação da Lua. Os cientistas terão a chance de examinar, de forma inédita, materiais do outro lado da lua e realizar testes de minerais e radiação. 

A sonda também conduzirá um experimento de biologia, plantando sementes de batata para ver se germinarão, além de observar se ovos de bicho-da-seda eclodirão na baixa gravidade da lua.

Sonda Voyager 2 alcançou o espaço entre as estrelas…

A sonda espacial Voyager 2 foi lançada em agosto de 1977 e produziu informações valiosas sobre Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Ela percorreu o espaço profundo e agora encontra-se para além do Sistema Solar.

A nave é o segundoobjeto humano a realizar essa proeza: em setembro de 2013, a Voyager 1 alcançouo espaço interestelar e é o equipamento que está mais distante da Terra.

“Pela segunda vez na história, um objeto feito pelo homem alcançou o espaço entre as estrelas”,disse a agência espacial norte-americana em comunicado. “A sonda Voyager 2da NASA agora saiu da heliosfera [área do espaço em que os camposmagnéticos criados pelo Sol exercem influência].” De acordocom especialistas, os astrônomos identificaram uma queda drástica no contato dasonda com partículas solares. No início de dezembro, houve uma nova diminuiçãodesse índice, levando à conclusão que a sonda estava na iminência de deixar oSistema Solar.

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Cometa Wirtanen anuncia a chegada do Natal de 2018!

O cometa 46P Wirtanen está suspenso no céu estrelado sobre a torre do sino de uma igreja românica. No panorama vertical construído, uma série de exposições digitais capturaram seu coma esverdeado em 3 de dezembro de Sant Llorenc de la Muga, Girona, Catalunha, Espanha. Crédito de imagem: Juan Carlos Casado (TWAN, Terra e Estrelas)

O cometa vai estar mais perto do Sol em 12 de dezembro e, em 16 de dezembro vai se aproximar da Terra podendo ser visível a olho nú ou com o auxílio de pequenas lunetas. Para localizá-lo após o anoitecer em 16 de dezembro, olhe para o aglomerado de estrelas das Plêiades em Touro.

Depois do fracasso recente, a Russia envia uma nova nave Soyus para a Estação Espacial

Um foguete Soyuz lança a espaçonave Soyuz MS-11 do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, na segunda-feira, 3 de dezembro de 2018, carregando o comandante da expedição 58, Oleg Kononenko, da Roscosmos, a engenheira de vôo Anne McClain, da NASA e o engenheiro de vôo David. Saint-Jacques da Agência Espacial Canadense (CSA). Créditos: NASA / Aubrey Gemignani

Três tripulantes estão se adaptando à vida na Estação Espacial Internacional depois de um lançamento e
acoplamento bem-sucedido da espaçonave russa Soyuz MS-11 no dia 3 de dezembro.
A Soyuz, com Anne McClain, da NASA, David Saint-Jacques, da Agência Espacial Canadense, e Oleg Konenenko, de
Roscosmos,  foi lançada 6: 31h da manhã (17h31, horário de Baikonur) do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.
McClain, Saint-Jacques e Konenenko ancoraram no módulo Poisk da estação espacial às 12:33 da tarde.

A chegada restabelece brevemente o complemento da tripulação da estação para seis quando eles se juntam a Serena Auñon-Chanceler da NASA, o Comandante da Expedição 57 Alexander Gerst da ESA (Agência Espacial Européia) e Sergey Prokopyev da agência espacial russa Roscosmos. Auñón-Chanceler, Gerst e Prokopyev devem permanecer a bordo da estação até 20 de dezembro. A expedição 58 começa oficialmente quando os três ocupantes do espaço se afastarem da estação espacial.

McClain, Saint-Jacques e Konenenko passarão mais de seis meses conduzindo centenas de investigações científicas em campos como biologia, ciências da Terra, pesquisa humana, ciências físicas e desenvolvimento de tecnologia, fornecendo a base para continuar a viagem espacial humana além da órbita baixa da Terra, Lua e Marte.

Algumas das investigações que irão realizar são patrocinadas pelo Laboratório Nacional dos EUA na estação espacial e visam maximizar seu uso para melhorar a qualidade de vida na Terra. Os destaques das próximas investigações incluem experimentos em observação de florestas, reabastecimento robótico e implantação de satélites.

Este é o primeiro voo espacial para McClain e Saint-Jacques e a quarta viagem para a estação espacial de Kononenko.
McClain, é de Spokane, Washington. Ela é uma tenente-coronel do Exército dos EUA. Como aviadora do exército sênior, ela registrou mais de 2.000 horas em 20 aeronaves rotativas e de asa fixa diferentes.
Ela é bacharel em engenharia mecânica e aeronáutica pela Academia Militar dos EUA em West Point. Ela obteve um mestrado em engenharia aeroespacial pela Universidade de Bath, na Inglaterra, e um mestrado em relações internacionais pela Universidade de
Bristol, também na Inglaterra.

Bem-vindo a Marte, NASA Insight.

26 de novembro de 2018: Data histórica. A espaçonave robótica da Nasa, InSight, faz uma aterrissagem dramática em Marte depois de uma caminhada de seis meses pelo interior do Sistema Solar. Precisando frear de 20.000 km por hora para zero em cerca de sete minutos, o Insight desacelerou em até 8g e aqueceu até 1.500 graus Celsius, ao usar um escudo térmico, um pára-quedas e, no final, foguetes. A imagem em destaque foi a primeira tomada pela InSight em Marte, e uma prova bem-vinda de que a espaçonave havia reduzido velocidade suficiente para pousar suavemente e funcionar no planeta vermelho.

Foto Histórica: Primeira foto enviada pela Sonda depois do pouso. Crédito = NASA

Os dados analisados ajudarão cientistas a desvendar as origens geológicas do planeta, abalos sísmicos – conhecidos como “martemotos”– e as origens da formação do Sistema Solar.

A razão pela qual estamos cavando em Marte é entender melhor não apenas Marte, mas a própria Terra” disse Bruce Barnedt, 1 dos envolvidos na missão.

A sonda, orçada em quase US$ 1 bilhão e pesando cerca de 360kg, foi lançada ao espaço em maio e levou 6 meses para percorrer os 548 milhões de km que separam a Terra do planeta vermelho.

Centro de Controle da Missão Marte em Houston. Festa dos cientistas pelo pouso perfeito da sonda espacial. Crédito da foto: NASA

Para as próximas missões, a Nasa planeja o envio de uma outra sonda a Marte em julho de 2020, buscando evidências de vida extraterrestre – como água líquida. A expectativa é enviar as primeiras missões tripuladas na década de 2030.

Às 4:01 da manhã de 17 de novembro de 2018, no Pad-0A do Centro Espacial Regional da Virgínia, no Wallops Flight Facility da NASA, decolou a 10ª missão de reabastecimento da Northrop Grumman: seu destino: A Estação Espacial Internacional. A nave está levando 7.400 libras de ciência e pesquisa, material da tripulação e hardware do veículo para o laboratório orbital e sua tripulação. Créditos: NASA / Joel Kowsky

A espaçonave Cygnus da Northrop Grumman leva para a Estação Espacial Internacional 7.400 libras de carga. A viagem demora dois dias.  Esta missão dará suporte para novas investigações que as expedições 57 e 58 estão desenvolvendo na Estação. Os destaques ficam por conta de tecnologia de impressão e reciclagem 3D e simulação da criação de corpos celestes a partir de poeira estelar.

O espetáculo indescritível que é a Terra girando no espaço.

Esse vídeo só foi possível graças ao avanço da tecnologia e à política da NASA em dar mais divulgação às suas ações. Agradecemos aos cientistas e aos astronautas pelo espetáculo que nos enche de orgulho e nos remete a uma reflexão profunda sobre o que somos e o que estamos fazendo aqui.

Telescópio Kepler da NASA será abandonado no espaço

Depois de nove anos no espaço profundo coletando dados que indicam que nosso céu esta preenchido com bilhões de planetas ocultos – mais planetas até do que estrelas – o telescópio espacial Kepler da NASA ficou sem combustível necessário para outras operações científicas. A Nasa decidiu aposentar a espaçonave dentro de sua órbita atual e segura, longe da Terra. Kepler deixa um legado de mais de 2.600 descobertas de planetas fora do nosso sistema solar, muitos dos quais são lugares promissores para a vida como a conhecemos.

Cientistas registram “A Mão de Deus” no espaço profundo.

Uma imagem capturada pelo Telescópio Nuclear Espectroscópico (NuSTAR), da Nasa, uniu religião e astronomia. A nuvem de partículas e radiação formada após a explosão de uma estrela, localizada a 17 mil anos-luz de distância da Terra, criou no céu uma estrutura que quando vista em raios X é semelhante a uma mão, tendo sido assim apelidada de a “mão de Deus”. 

A “mão de Deus” pode ser exemplo de pareidolia, fenômeno psicológico que faz com que as pessoas percebam rostos e formas familiares em imagens aleatórias ou vagas. Outras exemplos comuns de pareidolia incluem ver animais e objetos em nuvens ou a sombra de um coelho na Lua.

Nave Soyuz falha e astronautas fazem pouso de emergência

Clima de tensão no Centro de Controle da NASA e da RÚSSIA quando a falha foi apontada e os astronautas iniciaram os procedimentos para abortar a Missão.

O astronauta russo Alexey Ovchinin e o americano Nick Hague estão bem, diz agência russa.

Declaração da NASA sobre o lançamento da quinta-feira Soyuz MS-10 a bordo da Estação Espacial Internacional:
“A espaçonave Soyuz MS-10 foi lançada do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para a Estação Espacial Internacional às 4h40 da madrugada de quinta-feira, 11 de outubro, com o astronauta norte-americano Nick Hague e o cosmonauta russo Alexey Ovchinin. Logo após o lançamento, houve uma anomalia com o booster e a subida de lançamento foi abortada, resultando em um pouso balístico da espaçonave.
“As equipes de busca e salvamento foram deslocadas para o local de pouso. Haia e Ovchinin estão fora da cápsula e estão em boas condições. Eles serão transportados para o Centro de Treinamento de Cosmonautas Gagarin em Star City, Rússia, fora de Moscou.

Expedition 57 Flight Engineer Alexey Ovchinin of Roscosmos, left, and Flight Engineer Nick Hague of NASA, right. abraçam seus familiares após aterrissarem no Aeroporto Krayniy em Baikonur, Cazaquistão, quinta-feira, 11 de outubro de 2018. Photo Credit: (NASA/Bill Ingalls)

“O administrador da NASA Jim Bridenstine e a equipe da NASA estão monitorando a situação cuidadosamente. A NASA está trabalhando em estreita colaboração com a Roscosmos para garantir o retorno seguro da tripulação. A segurança da tripulação é a maior prioridade para a NASA. Uma investigação completa sobre a causa do incidente será conduzida ”.

O pouso de emergência foi feito perto da cidade de Zhezkazgan, também no Cazaquistão.

Tripulação da Estação Espacial retorna à Terra e pousa com segurança no Cazaquistão

Três membros da tripulação da Expedition 56, os astronautas da NASA Drew Feustel e Ricky Arnold e o cosmonauta Oleg Artemyev da agência espacial russa Roscosmos retornaram à Terra após meses na Estação Espacial Internacional e aterrissaram em segurança no Cazaquistão) Créditos: NASA

Três membros da tripulação da Expedition 56 retornaram em segurança para a Terra na quinta-feira da Estação Espacial Internacional, onde passaram meses fornecendo apoio prático para pesquisa científica em órbita baixa da Terra, trabalhando para manter o laboratório em pleno funcionamento e realizando três caminhadas espaciais. A tripulação completou centenas de experimentos durante sua expedição de 197 dias no espaço. Os destaques incluíram uma investigação para estudar os gases quânticos ultra frios usando a primeira instalação comercial européia para pesquisa em microgravidade, e um sistema que usa forças de superfície para realizar a separação líquido-líquido.

NASA descobre a primeira lua fora do Sistema Solar

Usando os telescópios espaciais da NASA, Hubble e Kepler, os astrônomos descobriram evidências muito fortes de uma lua orbitando um planeta fora do nosso sistema solar.
Esta candidata lunar, que está a 8.000 anos-luz da Terra na constelação de Cygnus, orbita um planeta gigante de gás que, por sua vez, orbita uma estrela chamada Kepler-1625. Os pesquisadores alertam que a hipótese da lua é experimental e deve ser confirmada pelas observações do Hubble.

Créditos: NASA / ESA / L. Hustak

“Esta descoberta intrigante mostra como as missões da NASA trabalham juntas para descobrir mistérios incríveis em nosso cosmos”, disse Thomas Zurbuchen, administrador associado do Diretório de Missões Científicas da NASA na sede, em Washington. “Essa descoberta vai abalar completamente nossa compreensão de como as luas são formadas e do que elas podem ser feitas.”

Como as luas fora do nosso sistema solar não podem ser vistas diretamente, sua presença é inferida quando elas passam na frente de uma estrela, momentaneamente diminuindo sua luz.

Em busca dessas luas, Alex Teachey e David Kipping, astrônomos da Universidade de Columbia em Nova York, analisaram dados de 284 planetas descobertos pelo Kepler que estavam em órbitas comparativamente grandes, por mais de 30 dias, em torno de sua estrela hospedeira. Os pesquisadores descobriram uma instância no planeta Kepler-1625b, de uma assinatura de trânsito com anomalias intrigantes, sugerindo a presença de uma lua.

Nasa lança novos projetos para explorar tempestades de neve, deltas do rio e o clima

Os cientistas vão encher aviões de pesquisa da NASA, como o B-200 King Air mostrado aqui, com instrumentos avançados para sondar cinco importantes questões de pesquisa começando em 2020 como parte do programa Suborbitário Earth Venture. Créditos: NASA / David C. Bowman

Cinco novas campanhas de ciências da Terra da NASA serão lançadas em campo em 2020 para investigar uma série de questões prementes de pesquisa, desde o que leva a eventos intensos de neve na Costa Leste até o impacto de correntes oceânicas de pequena escala no clima global.

A aeronave de pesquisa ER-2 de alta altitude da NASA será usada em dois novos projetos para estudar o impacto de fortes tempestades de verão na estratosfera e intensos eventos de queda de neve ao longo da costa leste dos EUA.
Créditos: NASA

Nave de carga japonesa vai levar baterias para a Estação Espacial Internacional

Foto de arquivo: Dezembro de 2017 – O veículo de carga japonês HTV-6 é visto durante a aproximação final à Estação Espacial Internacional. Crédito: NASA
A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) adiou para este sábado o  lançamento de sua espaçonave de carga H-II carregada com mais de cinco toneladas de suprimentos, peças sobressalentes e experimentos. 

O lançamento será no Centro Espacial Tanegashima, no sul do Japão.

A chegada e instalação da espaçonave na estação espacial está prevista para a quinta-feira, 27 de setembro.
A carga útil do HTV-7 inclui seis novas baterias de íons de lítio e placas adaptadoras para substituir baterias antigas de níquel-hidrogênio que fazem parte do sistema de energia elétrica da estação.

NASA realizou bate-papo sobre objeto misterioso localizado pela New Horizons

Ilustração feita a partir de dados da espaçonave New Horizons, da Nasa, que encontrou o objeto do Cinturão de Kuiper apelidado de Ultima Thule em 1º de janeiro de 2019. Créditos: NASA / JHUAPL / SWRI

Os membros da equipe da astronave New Horizons da NASA promoveram um bate-papo científico sobre o sobrevôo planetário da nave em 1º de janeiro, quando encontrou um objeto misterioso no cinturão de Kuiper, apelidado de “Ultima Thule”.

A conversa focou uma série de tópicos, incluindo os preparativos, planos e metas para explorar mais de perto o Ultima Thule. O encontro ocorrerá a cerca de 4 bilhões de milhas da Terra. Os técnicos e cientistas não chegaram a uma conclusão sobre o estranho objeto.

NASA nomeia Holly Ridings como nova diretora de vôo

Holly Ridings está em seu console Flight Director na sala de controle de vôo da estação espacial no Centro de Controle da Missão no Johnson Space Center da NASA em 17 de novembro de 2008, para o quarto dia da missão STS-126 do ônibus espacial Endeavour. Créditos: NASA
10 anos depois, em 17 de setembro de 2018, ela é nomeada a nova diretora chefe de vôo, tornando-a a primeira mulher a liderar o grupo de elite que dirige missões tripuladas do Centro de Controle da Missão no Johnson Space Center da NASA em Houston. Créditos: NASA


A Nasa nomeou Holly Ridings como sua nova diretora-chefe de vôo, fazendo dela a primeira mulher a liderar o grupo de elite que dirige missões tripuladas de voos espaciais do Centro de Controle da Missão no Johnson Space Center da NASA em Houston. Ela é natural de Amarillo, Texas, formou-se bacharel em engenharia mecânica pela Texas A & M University em 1996. Entrou para a NASA em 1998 como controlador de voo no grupo de operações térmicas.

O Diretor de Operações de Voo Brian Kelly selecionou Ridings para substituir Norm Knight, que ocupava o cargo desde 2012. Knight agora é vice-diretor de Operações de Vôo.

“Holly provou ser uma líder entre um grupo de diretores de vôo altamente talentosos”, disse Kelly. “Eu sei que ela vai se destacar nesta posição de liderança única e crítica, fornecendo orientação para a segurança e o sucesso de missões espaciais tripuladas. Ela liderará a equipe.”

Em seu novo papel, Ridings gerenciará o grupo de 32 diretores de voo ativos e diretores de vôo em treinamento que supervisionam uma variedade de missões tripuladas de voos espaciais envolvendo a Estação Espacial Internacional, incluindo a integração de veículos comerciais da tripulação na frota de veículos. o laboratório orbital, bem como missões espaciais Orion para a Lua e além.

NASA e ULA lançam missão para rastrear as mudanças do gelo na Terra

O foguete Delta II da United Launch Alliance (ULA) com o NASA Ice, Cloud e o Terra Elevation Satellite-2 (ICESat-2) a bordo é visto logo depois que a torre de serviço móvel do SLC-2 foi revertida, sábado 15 de setembro. 2018, na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia. A missão ICESat-2 irá medir a altura variável do gelo da Terra. Créditos: NASA / Bill Ingalls 

O ICESat-2 decolou do Space Launch Complex-2 na Base da Força Aérea de Vandenberg, no foguete Delta II da United Launch Alliance. Estações terrestres em Svalbard, na Noruega, adquiriram sinais da sonda cerca de 75 minutos após o lançamento. Está funcionando como esperado e orbitando o globo, de polo a polo, a 17.069 mph de uma altitude média de 290 milhas.

O Satélite de Elevação de Terra e Gelo da NASA-2 (ICESat-2) foi lançado com sucesso da Califórnia, embarcando em sua missão de medir o gelo da Terra com precisão sem precedentes.


“Com esta missão continuamos a exploração da humanidade das regiões polares remotas do nosso planeta e avançaremos em nossa compreensão de como as mudanças contínuas da cobertura de gelo da Terra nos pólos e em outros lugares afetarão vidas em todo o mundo, agora e no futuro”, disse Thomas Zurbuchen. , administrador associado do Diretório de Misões Científicas da NASA. 

Jody Singer é a nova diretora do Marshall Space Flight Center da NASA

O administrador da Nasa, Jim Bridenstine, nomeou Jody Singer diretora do Marshall Space Flight Center da agência em Huntsville, Alabama.

“A profunda experiência de gerenciamento de Jody ao longo de três décadas nos níveis de projeto, programa e centro será um grande trunfo para o trabalho crítico de Marshall em apoiar os objetivos da NASA de retornar à Lua para ficar”, disse Bridenstine. “Suas habilidades de liderança comprovadas e conexões estreitas com o trabalho de Marshall e a comunidade de voos espaciais tripulados fizeram dela a escolha certa para liderar Marshall neste momento crucial.”

Marshall Space Flight Center da NASA – uma das maiores instalações de campo da Agência, com quase 6.000 funcionários públicos e funcionários contratados e um orçamento anual de aproximadamente US $ 2,8 bilhões.

Jody Singer era a vice-diretora do Centro desde 2016 do Centro George C, Marshall Space Flight

Singer começou sua carreira na NASA em 1985 como engenheira no programa de estágio profissional da NASA. Entre muitos outros cargos de liderança, ela também foi gerente do Escritório de Programas e Parcerias de Voo da Marshall de 2013 a 2016, onde foi a principal responsável pelo trabalho do centro com projetos avançados de exploração humana, missões científicas, demonstrações de tecnologia, equipe comercial e muitos aspectos das operações da Estação Espacial Internacional.

“Para mim, sempre foi sobre as pessoas. É uma honra liderar o Centro de Vôo Espacial Marshall enquanto expandimos os limites da exploração espacial humana e moldamos o retorno da América à Lua”, disse Singer. “Marshall tem capacidades e conhecimentos únicos que são essenciais para missões que levarão os seres humanos mais profundamente ao sistema solar do que nunca”.

CONCLUIDO COM SUCESSO teste do Paraquedas da ORION

Os três principais pára-quedas laranja e branco ajudam uma versão de teste da nave espacial Orion, da Nasa, a descer em segurança no Arizona sendo aprovados para as missões com os astronautas.Créditos: NASA / James Blair

A NASA concluiu com sucesso, no Yuma Proving
Ground do Exército dos EUA, no Arizona, o último teste para qualificar os
pára-quedas das missões tripuladas de Orion à Lua e além. A cápsula de teste de
Orion foi liberada de uma altitude de mais de 10 quilômetros para verificar o
sistema de 11 pára-quedas, capas para a frente, morteiros tipo canhão e
dispositivos pirotécnicos que funcionaram com sucesso em sequência para retardar
a descida da cápsula

NASA LANÇA SATÉLITE PARA MEDIR GELO NOS POLOS

A Agência Espacial Americana vai lançar um satélite para medir o gelo nos polos da Terra. Os cientistas estão preocupados porque o gelo está derretendo e aumentando o nível dos oceanos em um milímetro a cada ano.

Foto: U.S. Air Force – Vanessa Valentine/NASA

O Satélite de Elevação de Terra e Gelo da NASA deverá ser lançado no dia 15 de setembro e fará 60 mil medições por segundo.

Furacão Lane sobre o Haiti.

As câmeras na estação espacial internacional capturaram o furacão Lane se agitando no oceano pacífico neste 22 de agosto a 254 km a sul das ilhas havaianas às 12:47 h edt. O registro foi feito pelo astronauta Ricky Arnold.

No momento em que a Estação Espacial Internacional estava sobrevoando a região, Lane foi considerado como um grande furacão capaz de produzir ventos de 155 km por hora movendo-se para oeste-Noroeste em uma faixa que traria a tempestade perto ou sobre as ilhas até sábado.

Avisos de furacão foram acionados pelo centro de furacões do pacífico central em Honolulu.

Espaçonave Hayabusa2 tira o primeiro close do asteroide Ryugu.

A espaçonave japonesa Hayabusa2 tirou o primeiro close do Ryugu, o asteroide do qual deve coletar amostras e trazer à Terra para análises. Com menos de 1 km de distância, esta é a primeira vez que o veículo consegue uma imagem tão nítida do corpo celeste.

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Foto da teleobjetiva tirada pela Hayabusa2 (Foto: JAXA)

O Hayabusa2 foi lançado no final de 2014, com o projeto de conseguir amostras do asteróide, cuja órbita transita entre Marte e Terra, por vezes, passando pela de Vênus. O projeto é que o Hayabusa2 volte a solo terrestre em 2020 com coletas do Ryugu.

Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Foto da grande angular. Detalhe mostra captura da teleobjetiva (Foto: JAXA)

Para fazer as imagens divulgadas em 7 de agosto de 2018, o veículo fez a sua maior aproximação. Na manhã do dia 6, estava a 20 km do asteroide. Em pouco mais de 9 horas, o Hayabusa2 se aproximou a uma distância de 6 km. Na manhã do dia 7, o veículo atingiu seu ponto mais próximo até o momento: 851 metros. Foi aí que os propulsores foram ligados e o veículo passou a se distanciar. Até 2020 a nave japonesa vai pousar no asteroide, coletar amostrar e regressar à Terra.

Ilustração da Sonda Parker Solar da NASA na frente do Sol Créditos: NASA / Johns Hopkins APL / Steve Gribben

A Nasa se prepara para o lançamento de sua sonda Parker Solar Probe. Ela vai decolar em um foguete Delta Launch Alliance da United Launch Alliance a partir do Space Launch Complex 37, na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida. 

A Parker Solar Probe revolucionará nossa compreensão do sol. A espaçonave voará mais perto da superfície do Sol do que qualquer espaçonave antes dela, enfrentando calor e radiação brutais. Será a primeira espaçonave a voar diretamente através da coroa do Sol – a parte da atmosfera solar visível durante um eclipse – para responder a perguntas sobre a física solar que intrigaram os cientistas por décadas.

O Programa de Tripulações Comerciais da NASA está trabalhando com a indústria aeroespacial americana à medida que as empresas desenvolvem uma nova geração de sistemas espaciais e de lançamento para transportar tripulações com segurança para e de órbita baixa da Terra – o SpaceX Crew Dragon e Boeing CST-100 Starliner.
Créditos: NASA

A NASA já está preparada para os primeiros testes de voo e missões do Boeing CST-100 Starliner e SpaceX Crew Dragon, e assim, começar uma nova era no voo espacial americano.

A espaçonave SpaceX Crew Dragon, em 20 de maio de 2018, na câmara anecóica para testes de interferência eletromagnética, no Kennedy Space Center da NASA, na Flórida.

O administrador da Nasa, Jim Bridenstine, explicou que será a primeira missão de pós-certificação da Boeing e da SpaceX que desenvolvem a nave espacial Starliner para lançar o foguete Atlas Vault da United Launch Alliance e o lançamento do Crew Dragon no topo do foguete Falcon 9, respectivamente.

O traje espacial SpaceX que será usado por astronautas a bordo de sua espaçonave Crew Dragon (ao fundo) durante as missões de e para a Estação Espacial Internacional.

A Starliner e a Crew Dragon lançarão astronautas americanos em espaçonaves americanas de solo americano para a Estação Espacial Internacional pela primeira vez desde que a NASA retirou seu Programa de Ônibus Espacial em 2011.

O transporte comercial de ida e volta da estação espacial permitirá o uso ampliado da estação, mais tempo de pesquisa e oportunidades mais amplas de descoberta a bordo do laboratório em órbita. A estação é fundamental para a NASA entender e superar os desafios do vôo espacial de longa duração, e necessário para uma presença sustentável na Lua e missões mais profundas no sistema solar, incluindo Marte.

A engenheira de vôo da Expedição 56, Serena Auñon – Chanceler da Nasa, conversou com familiares e amigos. Ela e seus colegas Alexander Gerst da ESA (Agência Espacial Européia) e Sergey Prokopyev de Roscosmos se preparavam para o lançamento da Soyuz na International Estação Espacial, quarta-feira, 6 de junho de 2018 no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

A NASA liberou mais fotos da maior lua de Saturno, a Titã.

Lua Titã, de Saturno, com oceanos de hidrocarbonetos líquidos em sua superfície com rio, lagos e até tempestades de metano.

Essas imagens foram capturadas pelo VIMS – Visual and Infrared Mapping Espectrometer – na sonda Cassini que já foi desativada.

A imagem em amarelo, ao centro, mostra como a Titâ se pareceria aos olhos humanos. Ao redor, seis novas representações em infravermelho, renderizadas em cores que os olhos humanos podem ver.

Cada cor (vermelho, verde e azul) representa uma relação de brilho de dois diferentes comprimentos de onda infravermelhos. Este método é usado para destacar os materiais que compõem a lua;

Nossos olhos podem restringir nossa compreensão do universo. Nós só conseguimos ver apenas uma fina faixa de comprimentos de onda de luz, aquelas ondas com picos entre 290 a 700 nanômetros de crista a crista. Isso significa que perdemos detalhes em outros comprimentos de onda, com os de rádio e luz micro-ondas, além do infravermelho, ultravioleta e raio-x.

 

Crédito: NASA;JPL – Caltech/Univesity of Nantes/University of Arizona

As imagens mostram a superfície completa de Titã se escondendo sob sua atmosfera.

A lua é um lugar estranho. 50% maior que a Terra e tem oceanos de hidrocarbonetos líquidos em sua superfície com rio, lagos e até tempestades de metano.

A grande pergunta ainda não foi respondida: Titã ou outras luas abrigam alguma forma de vida?

Astrônomos descobrem dez luas novas ao redor de Júpiter

O astrônomo Scsott Sheppard e sua equipe observaram, pela primeira vez algumas das novas luas enquanto procuravam por objetos bastante distantes em nosso Sistema Solar, para lá de Plutão, usando o telescópio Blanco, de quatro metros de extensão, no Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile. Júpiter estava por acaso no campo de visão dos cientistas, e eles notaram um punhado de novos objetos perto do planeta, com diâmetro de um a quatro quilômetros. Depois de rastrear as órbitas dos objetos por cerca de um ano com outros telescópios chilenos, além de alguns no Arizona e no Havaí, os cientistas puderam confirmá-las como luas.

Duas das luas recém-descobertas estão próximas a Júpiter — não tão perto quanto as grandes luas galileanas: Io, Europa, Ganímedes e Calisto. Essas luas são “luas prógradas”, ou seja, que orbitam Júpiter na mesma direção que o planeta gira. Pelo fato de suas órbitas as colocarem perto de outras luas prógradas, elas são pensadas como pedaços de uma lua maior que foi quebrada por uma colisão muito tempo atrás.

Sete das novas luas orbitam um pouco mais além e na direção oposta, o que as torna luas retrógradas. Há uma multidão de outras luas retrógradas naquela região mais distante, que caem em três agrupamentos distintos de órbitas similares. Os pesquisadores acham que esses três grupos um dia foram três luas maiores, que também foram quebradas por colisões.

Este autorretrato de baixo ângulo do Curiosity Mars da NASA mostra o veículo no local de onde ele desceu para perfurar um alvo de rocha chamado “Buckskin” na parte inferior do Monte Sharp.
Créditos: NASA / JPL-Caltech / MSSS

“Há sinais de vida em Marte?”, Pergunta Michael Meyer, cientista-chefe da Mars Explorati, da NASA.


O rover Curiosity da NASA encontrou novas evidências preservadas em rochas em Marte que sugerem que o planeta poderia ter sustentado a vida antiga, bem como novas evidências na atmosfera marciana que se relacionam com a busca pela vida atual no Planeta Vermelho. Embora não seja necessariamente evidência da própria vida, essas descobertas são um bom sinal para futuras missões explorando a superfície e subsuperfície do planeta.

“Com essas novas descobertas, o projeto está nos dizendo para manter o curso e continuar buscando evidências de vida”, disse Thomas Zurbuchen, administrador associado da Diretoria de Missões Científicas na sede da NASA, em Washington. “Estou confiante de que nossas missões contínuas e planejadas irão fazer  descobertas de tirar o fôlego no Planeta Vermelho”.

Perfuração em Marte

Esta imagem de close-up é de um buraco de 2 polegadas de profundidade produzida usando uma nova técnica de perfuração para o Curiosity Rover da NASA. O furo é aproximadamente 0,6 polegadas (1,6 centímetros) no diâmetro. Esta imagem foi tomada pela câmera do mastro da curiosidade (Mastcam) em sol 2057.

Hague e Ovchinin se juntarão à expedição 57 da estação, retornando à terra em abril de 2019.

Créditos: NASA/Elizabeth Weissinger

No centro de treinamento de cosmonautas Gagarin em Star City, Rússia, Nick Hague da NASA (à esquerda) e Alexey Ovchinin de Roscosmos (à direita) posam para fotos durante um dia de exames de qualificação. Eles serão lançados a bordo de uma espaçonave Soyuz para uma missão de seis meses na estação espacial internacional em 11 de outubro de 2018.

Alan Bean era um artista e dedicava-se a pintar quadros com paisagens lunares.

Astronauta Alan Bean, quarto homem a pisar na Lua, com a Missão Apollo 12, passava seu tempo pintando quadros com motivos lunares. Ele morreu no dia 26 de maio aos 86 anos. A NASA informou que Alan estava internado em hospital de Houston, no Texas.
Um dos quadros pintados por Alan Bean mostra o astronauta, na Lua, fazendo uma reverência ao Criador dos Mundos.

O Administrador da NASA, Jim Bridenstine, disse que Alan Bean ultrapassou todos os limites:

“Alan Bean disse uma vez: “tenho a melhor vida do mundo.” É um sentimento reconfortante para recordar quando lamentamos a sua morte.

“como todos os grandes exploradores são, Alan era um inconformado com os limites. Ao invés de aceitar os limites da tecnologia, da ciência e até da imaginação, ele buscou avançar essas linhas em todos os empreendimentos de sua vida. Comissionado na Marinha dos EUA em 1955, escolheu a desafiadora busca do treinamento de vôo e, após quatro anos como piloto naval, decidiu desafiar-se ainda mais ao participar da escola de piloto de testes da Marinha e se tornar um piloto de teste”.

Em 1973, Alan comandou a missão Skylab II e quebrou um recorde mundial com um vôo de 59 dias atravessando 24,4 milhões milhas. Ao todo, ele quebrou 11 recordes mundiais nas áreas do espaço e Astronáutica.

De acordo com agência espacial norte-americana, Bean passou cerca de 10 horas em solo lunar, quando fez parte da Apollo 12, missão que realizou a segunda aterrissagem no satélite natural. Antes dele, Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Pete Conrad já haviam pisado na lua.

Nave Espacial TESS passa pela Lua e faz sua primeira foto do Universo!

A imagem – de milhares de estrelas e, provavelmente, centenas de planetas – é apenas um teste das câmeras do novo caça-planetas da NASA.

A imagem, centrada na constelação do hemisfério sul de Centauro, revela mais de 200 mil estrelas. A orla da Nebulosa do Saco de Carvão está no canto superior direito e a brilhante estrela Beta Centauri é visível em baixo e para a esquerda.

Espera-se que a TESS cubra uma área do céu superior a 400 vezes o que conhecemos hoje.

Essa visão do Universo será possível graças às imagens com as quatro câmeras durante sua busca inicial de dois anos por exoplanetas.

A TESS receberá um impulso final de propulsores no dia 30 de maio para entrar na sua órbita científica em torno da Terra. A órbita, altamente elíptica, maximizará a quantidade de céu que o satélite pode visualizar, permitindo monitorar continuamente grandes áreas do Cosmos.

2018: ANO DA EDUCAÇÃO, NA NASA, ESTADOS UNIDOS!

Os astronautas da NASA Ricky Arnold e Scott Tingle mostram a bandeira americana no laboratório do destino dos EUA a bordo da estação espacial internacional. Créditos: NASAEstudantes de Pacoima e San Fernando, Califórnia, terão a oportunidade de falar com os astronautas na estação espacial internacional na terça-feira, 22 de maio, como parte do ano da NASA de educação na estação. As chamadas de 20 minutos, terra-espaço, vão ao ar ao vivo na televisão da NASA e no site da agência.
Os astronautas da NASA Ricky Arnold e Scott Tingle responderão perguntas sobre a vida a bordo da estação espacial, os planos de exploração do espaço profundo da NASA e a realização da ciência no espaço.

Astronauta da NASA (à esquerda) Drew Feustel realiza operações científicas usando a plataforma multi-use variável-g que permite a pesquisa em organismos microscópicos. Astronauta da NASA Scott Tingle (à direita) ouve a pergunta de um repórter durante uma conferência de notícias da tripulação. Créditos: NASA

Nova evidência de que existe o Planeta 9

Os astrônomos especulam há alguns anos que um nono planeta pode orbitar o nosso astro-rei a uma grande distância, na fronteira do Sistema Solar. Embora não tenhamos encontrado evidências diretas desse planeta ainda, mais uma descoberta fornece provas indiretas da sua existência.

Recentemente, os cientistas analisaram um objeto planetário com uma órbita incomum, chamado 2015 BP519, que apoia o caso de um nono planeta não descoberto. 2015 BP519 pode ser tão grande quanto um planeta-anão e orbita o Sol em um ângulo de 54 graus em comparação com quase tudo no Sistema Solar Interior. Uma das principais teorias para explicar isso é que o Planeta Nove é responsável por tal desvio.

O helicóptero Mars da NASA, um pequeno e autónomo Rotorcraft, viajará com o Mars 2020 Rover da Agência, atualmente programado para lançar em julho de 2020, para demonstrar a viabilidade e o potencial de veículos mais pesados do que o ar no planeta vermelho. Créditos: NASA/JPL-Caltech

O helicóptero Mars, um pequeno e autônomo Rotorcraft, irá viajar na Mars 2020 Rover Mission, atualmente programada para lançamento em julho de 2020, para demonstrar a viabilidade e potencial de veículos mais pesados do que o ar no planeta vermelho.

“A NASA tem uma história orgulhosa de ser a primeira”, disse o administrador da NASA Jim Bridenstine. “A ideia de um helicóptero a voar pelos céus de outro planeta é emocionante. O helicóptero de Marte traz muitas promessas para nossas futuras missões de ciência, descoberta e exploração a Marte. “

Mark Geyer é o novo diretor do Johnson Space Center em Houston Crédito: NASA

O administrador da Nasa, Jim Bridenstine, anunciou na segunda-feira a escolha de Mark Geyer como o próximo diretor do Johnson Space Center da agência em Houston. Ele assumirá a posição de diretor em 25 de maio, quando a atual diretora do centro e ex-astronauta Ellen Ochoa se aposenta depois de 30 anos na agência.
Como diretor do centro de Johnson, ele liderará uma das maiores instalações da NASA, que tem cerca de 10.000 funcionários públicos e contratados – incluindo os da White Sands Test Facility em Las Cruces, Novo México – e supervisiona uma ampla gama de atividades de voos espaciais tripulados.

Ilustração do artista de Júpiter e Europa (em primeiro plano) com a espaçonave Galileo após a sua passagem através de uma pluma erupção da superfície de Europa. Uma nova simulação de computador nos dá uma idéia de como o campo magnético interagia com uma pluma. As linhas magnéticas do campo (descritas em azul) mostram como a pluma interage com o fluxo ambiente do plasma de Júpiter. As cores vermelhas nas linhas mostram áreas mais densas de plasma. Créditos: NASA/JPL-Caltech/Univ. de Michigan

Cientistas reexaminando dados de uma antiga missão trazem novas ideias para a pergunta tentadora de se a lua de Júpiter Europa tem os ingredientes para sustentar a vida. Os dados fornecem a evidência independente que o reservatório de água líquida subsuperficial da Lua pode exalar plumas do vapor de água acima de sua casca gelada. Dados coletados pela espaçonave Galileu da NASA em 1997 foram colocados através de novos e avançados modelos de computador para desembaraçar um mistério-uma breve, curva localizada no campo magnético-que tinha ido inexplicável até agora. Imagens ultravioletas anteriores do telescópio espacial Hubble da NASA em 2012 sugeriu a presença de plumas, mas essa nova análise utilizou dados coletados muito mais perto da fonte e é considerado forte, corroborando o suporte para plumas. 

Admiradores de fenômenos naturais tiveram um motivo a mais para ficar acordados na madrugada do domingo dia 6 de maio, entre as 2h e as 5h – horário de Brasília. Uma chuva de meteoritos pode ser vista a olho nu. O espetáculo na atmosfera é causado por um rastro de detritos deixado pelo Cometa Halley em sua última aparição há 32 anos. Em outubro, ocorrerá outro fenômeno semelhante.

A próxima aparição do Cometa Halley na Terra será em 2061. Halley, o cometa, passa no sistema solar da Terra a cada 76 anos. Para observar o céu neste domingo, não será necessário utilizar aparelhos, bastar olhar para onde nasce o sol. O ideal é escolher locais sem interferência de luzes artificiais. O fenômeno denominado “chuva de meteoritos” ocorre porque o calor do sol faz com que o cometa solte aderência gelada.

Na prática, a cada passagem do Halley perto do sol, o cometa lança um novo rastro de detritos em seu fluxo orbital, perdendo massa. Esses fragmentos são mínimos (os meteoritos) e podem ser comparados ao tamanho de grãos de areia ou de cascalho. Mas em grande quantidade provocam um espetáculo no céu como se fosse uma explosão de pequenos raios. Em outubro, será possível ver novamente um espetáculo semelhante pois a cada seis meses, a Terra intercepta o caminho orbital do Cometa Halley.

NASA exibe um modelo do robot Mars Rover durante a Feira de Ciência e Engenharia. Créditos: NASA/Joel Kowsky

A NASA vai lançar a Nave Espacial SpaceX na 14ª missão de reabastecimento para a Estação Espacial Internacional às 4:30 da manhã do dia 2 de abril. Créditos: NASA

A Nave está carregada com 5.800 quilos de pesquisa, suprimentos de tripulação e hardware e será lançada num foguete Falcon 9 do complexo 40 na estação de Cabo Canaveral Air Force, na Flórida.

Da expedição 55, os engenheiros de vôo Norishege Kanai da Agência Japonesa de exploração aeroespacial, e o astronauta da NASA Scott Tingle, supervisionarão a operação do braço robótico Canadarm2 para a captura da Nave Dragon que será, posteriormente, instalada no fundo do Módulo Harmony da Estação.

NASA vai testar pára-quedas na costa da Virgínia no final de março

Cientistas verificam a carga útil do Supersic Parachute Inflation Research Experiment (ASPIRE) 2 na instalação de foguetes de sondagem do Wallops Flight Facility, Wallops Island, Virgínia, antes do transporte até a plataforma de lançamento em Wallops Island. Créditos: NASA / Berit Bland

A descida de uma capsula no Planeta Marte é ponto crucial da missão. Os cientistas projetam uma velocidade de descidade de 5,4km por segundo. O para quedas será fundamental para garantir que a unidade chegue inteira na superfície. A janela de lançamento do foguete de sondagem suborbital Terrier-Black Brant IX, com 58 pés de altura, é das 6h:45min às 10h:15min do dia 27. A carga útil cairá no Oceano Atlântico a 40 milhas de Wallops Island e será recuperada e devolvida à Wallops para recuperação e inspeção de dados. A carga útil é uma estrutura cilíndrica, no nariz do foguete, que contém um pára-quedas supersônico, o mecanismo de implantação do pára-quedas e a instrumentação de alta definição do teste, incluindo câmeras, para registrar dados.

O poderoso satélite vai pesquisar Planetas e vidas extraterrestres fora do nosso Sistema Solar. Créditos: Goddard Space Flight Center / Chris Meaney

O satélite de pesquisa de transição Exoplanet da NASA está preparado para o lançamento em de 16 de abril de 2018. Ele vai subir ao espaço num foguete SpaceX Falcon 9 que será lançado da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida.

O satélite irá procurar planetas fora do sistema solar que bloqueiam periodicamente parte da luz de suas estrelas hospedeiras à medida que passam ou transitam.

Vande Hei, Acaba e cosmonauta Alexander Misurkin, da agência espacial russa Roscosmos, desembarcaram às 9h31 p.m. EST (8:31 a.m. 28 de fevereiro no Cazaquistão) a sudeste da cidade remota de Dzhezkazgan no Cazaquistão.

O astronauta da NASA, Joe Acaba, o cosmonauta russo Alexander Misurkin e o astronauta Mark Vande Hei, da NASA, relaxam após a viagem de volta da Estação Espacial Internacional para o local de pouso, no sudeste da remota cidade de Dzhezkazgan, no Cazaquistão, onde tocaram as 9:31 p.m. EST terça-feira, 27 de fevereiro de 2018. Créditos: NASA Television
O astronauta da NASA, Mark Vande Hei, desfruta dos primeiros momentos de ar fresco na Terra depois do desembarque com os seus membros da tripulação da Expedição 54 da Estação Espacial Internacional perto de Dzhezkazgan, no Cazaquistão, às 9h31 da madrugada. EST terça-feira, 27 de fevereiro de 2018, após 168 dias no espaço. Créditos: NASA Television
O astronauta da NASA, Joe Acaba, após o pouso com seus colegas membros da equipe da Expedição 54 da Estação Espacial Internacional perto de Dzhezkazgan, no Cazaquistão, às 9h31 da madrugada. EST terça-feira, 27 de fevereiro de 2018, após 168 dias no espaço. Créditos: NASA Television

A caminhada foi para mover componentes do sistema robótico da estação em armazenamento de longo prazo.

Engenheiro Norishige Kanai da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão – Crédito: NASA

Os dois astronautas começaram a caminhada espacial às 7h10 e terminaram em torno das 1:40 da madrugada.

O engenheirosde vôo da Expedição 54 Mark Vande Hei da NASA – Crédito: NASA

Os dois caminhantes espaciais moveram uma trava do braço robótico que foi substituído em outubro de 2017, e será devolvido à Terra para ser remodelado e retornará ao laboratório em órbita como peça de reposição.
A caminhada espacial foi a 208ª em apoio à montagem e manutenção da estação espacial e à terceira estação espacial deste ano.

SpaceX coloca carro elétrico no espaço, a caminho de Marte!

Um conversível vermelho, com um robôt sentado no banco do piloto, está viajando no espaço, com destino ao Planeta Marte.

Para esta viagem, do foguete mais poderoso do mundo, houve um único “passageiro”: o “Tesla Roadster”, primeiro automóvel elétrico a ser levado para Marte. O objetivo do lançamento é servir de base para missões futuras, que poderão levar pessoas e objetos pesados, como satélites de monitoramento, para o espaço. Crédito: NASA/SPACEX

A empresa de sistemas aeroespaciais SpaceX lançou, dia 06 de fevereiro, o foguete “Falcon Heavy”, o primeiro a levar um carro para o espaço.

The two-stage Falcon 9 launch vehicle lifts off Launch Complex 39A at NASA’s Kenney Space Center carrying the Dragon resupply spacecraft to the International Space Station. Liftoff was at 12:31 p.m. EDT. On its 12th commercial resupply services mission to the International Space Station, Dragon will bring up more than 6,400 pounds of supplies and new science experiments and equipment for technology research.

Com destino à órbita de Marte, a nave foi lançada da Estação John F. Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, às 15h46 (horário local), ao som da música “Life on Mars” (“Vida em Marte”), de David Bowie. O lançamento estava previsto para acontecer três horas antes, mas foi adiado devido a fortes ventos na região.

O “Falcon Heavy” é um foguete reutilizável criado pelo bilionário Elon Musk, que o classifica como o mais potente do mundo por ele ter capacidade de propulsão duas vezes maior que qualquer outra nave. Além disso, o foguete é capaz de enviar cargas extremamente pesadas ao espaço (mais de 60 toneladas) e possui 70 metros de altura.

Os dois propulsores laterais do “Falcon Heavy” aterrissaram perfeitamente em Cabo Canaveral, como estava previsto. O terceiro propulsor, programado para pousar na plataforma marítma não teve sucesso.

Elon Musk, o gênio por trás de todo esse projeto da SpaceX estava preocupado. Chegou a dizer que: “Se algo sair errado, espero que ocorra em um estágio avançado da missão, para que possamos aprender o máximo possível neste processo”.

“Vou considerar uma vitória se ele sair da plataforma e não explodir em milhares de pedaços. Ele tem o equivalente a uma tonelada de dinamite. Provavelmente não restará muita coisa se sair do controle”, disse Elon Musk

Sobre Paulo Roberto Machado

Jornalista e Radialista Profissional, graduado em Comunicação Social e Pós Graduado em MKT pela PUC de Campinas, trabalhou, em Campinas e em São Paulo, durante anos na Rede Globo de Televisão - TV e Rádio, na Bandeirantes - Rádio e TV e na antiga TV Manchete como repórter, editor e apresentador e âncora de Telejornais e programas de Debate. Formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista Ágape.

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