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Aumenta o temor de uma guerra sangrenta no Oriente Médio

Aumentam as preocupações de que Israel volte a atacar a Siria e até mesmo o Líbano, onde estão fábricas de mísseis e células dos terroristas.

Na ONU – Organização das Nações Unidas – o receio é que o conflito deixe de ser local para se transformar numa guerra regional com consequências imprevisíveis.

Forças israelenses – FDI – estão em alerta desde a queda de um F-16. Há 38 anos que Israel não perdia um avião de combate.

 

Presidente da França Emmanuel Macron

Em caso de “provas comprovadas” de que armas químicas condenadas pelos tratados internacionais estejam sendo usadas contra civis na Síria, a França vai atacar. O alerta, em tom de ameaça, foi dado pelo presidente Emmanuel Macron, aumentando ainda mais a tensão na região. O presidente ressaltou, no entanto, que ainda não há comprovação do uso de armas químicas pelo regime sírio. Macron declarou ainda que quer discutir uma verdadeira continuação sustentável do destino político da Síria e negociar como “colocar o Irã em vigilância balística”.

Israel lançou no sábado, dia 10 de fevereiro de 2018 o que classificou como o maior ataque contra defesas aéreas da Síria em mais de 35 anos.

Caças israelenses bombardearam depósitos de munições e posições do Irã em território Sírio.

É a maior ofensiva do tipo desde a guerra do Líbano de 1982, também conhecida como 1ª Guerra do Líbano, segundo Tomer Bar, general das Forças Aéreas Israelenses.

Naquele ano, Israel invadiu o sul do Líbano e o conflito acabou por envolver a Síria.

Helicóptero tipo Apache, Israelense, utilizado para derrubar o drone iraniano que invadiu o espaço aéreo de Israel.

No sábado, dia 10, Israel realizou um ataque contra defesas aéreas sírias depois que um drone iraniano lançado da Síria foi avistado e interceptado em território israelense.

Durante a ofensiva, um caça israelense foi abatido por forças sírias e caiu no norte de Israel. Os pilotos tiveram que se ejetar – e um deles está gravemente ferido.

Israel respondeu, então, com uma segunda rodada de ataques contra alvos militares iranianos e sírios “em operação dentro da Síria”.

Militares examinam os destroços do F 16 que foi derrubado perto das Colinas de Golan, aumentando a escalada da violência na região.

Segundo o correspondente da BBC no Oriente Médio Tom Bateman, os ataques aéreos de Israel na Síria não são atípicos, mas a derrubada de um jato israelense eleva a tensão entre os dois países.

Ainda no sábado, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu participou de uma reunião de emergência com os chefes das Forças Armadas do país. Ele disse que Israel quer paz, mas que se defenderia “contra qualquer ataque ou qualquer tentativa do Irã de se estabelecer contra nós na Síria”.

O que aconteceu?

O foguete usado pelos sírios, para derrubar o caça israelense, é de fabricação russa. O F-16 caiu em um campo aberto perto da cidade de Harduf, no norte de Israel. Os pilotos não foram atingidos e conseguiram se ejetar da aeronave. Eles foram hospitalizados, e um deles está “gravemente ferido”, informaram as Forças Armadas de Israel.

Sobre Paulo Roberto Machado

Jornalista e Radialista Profissional, graduado em Comunicação Social e Pós Graduado em MKT pela PUC de Campinas, trabalhou, em Campinas e em São Paulo, durante anos na Rede Globo de Televisão - TV e Rádio, na Bandeirantes - Rádio e TV e na antiga TV Manchete como repórter, editor e apresentador e âncora de Telejornais e programas de Debate. Formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista Ágape.

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