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Horário de Verão: Benefícios ou prejuízos para os pobres mortais?

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Um estudo realizado no Brasil concluiu que o corpo humano precisa de ao menos 14 dias para se adaptar totalmente ao horário de verão. Enquanto essa adequação não ocorre, são comuns problemas como falta de atenção, de memória e sono fragmentado

No horário de verão os relógios são adiantados em uma hora. Em 2018 ele foi um pouco mais curto.

O decreto foi assinado pelo presidente Michel Temer dia 15 de dezembro reduziu em menos de um mês o tempo de início do horário de verão. Até este ano, a data de início era o terceiro domingo de outubro. A partir de 2018, o horário de verão começa no primeiro domingo de novembro e termina no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

Mais mal que bem?

O horário de verão faz mais mal ou bem para os pobres mortais?

A verdade é que os brasileiros já estão cansados de dar sua cota de sacrifício para uma estrutura que, a cada dia que passa, se mostra mais corrupta e viciada que nunca.

Nós temos que aceitar tudo o que o governo nos impõe. Nossos salários, nossos impostos, tudo vai para a Caixinha que sustenta um sistema pobre e que não consegue mais se manter.

O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932 e vem sendo adotado continuadamente desde 1985. Segundo dados do governo, a economia com o última edição do horário (entre outubro de 2016 e fevereiro) foi de R$ 159,5 milhões. Esse valor, considerado baixo pelo setor elétrico, é decorrente da redução do uso de usinas térmicas para complementar a demanda por energia.

Algumas pessoas não conseguem se adaptar às mudanças rígidas do tempo, alterações de horário, horários de verão. Essas pessoas sofrem e veem sua produtividade cair sensivelmente devido às mudanças estabelecidas por força de decreto.

O povo faz, como sempre fez, sacrifícios. Aceita tudo e todos. Em contrapartida, o Governo lhes dá o mínimo para que não morram de fome. Os casos de corrupção, roubos, escândalos de toda sorte povoam os gabinetes dos Marajás que lutam apenas para manter as mordomias que desfrutam e das quais não querem abrir mão.

Estudo comprova: O Corpo Humano tem dificuldade para se adaptar ao horário

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O estudo desenvolvido por Umemura no Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritos Biológicos, vinculado ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, se concentrou em como a mudança no relógio influi na temperatura do corpo humano.

“Com a mudança no horário as pessoas são obrigadas a acordar mais cedo e isso gera uma série de modificações fisiológicas no organismo”, afirmou.

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Fadiga

Segundo ele, a temperatura do corpo começa a subir mais cedo do que antes do horário de verão. Isso aponta para uma desestabilização entre os ritmos da temperatura corporal e da atividade de repouso.

“Essa dessincronização entre diferentes ritmos gera problemas. Desde problemas fisiológicos como distúrbios de sono.”

“A pessoa fica mais propensa a ter deficits de atenção, pode ter maior fadiga durante o dia, problemas para dormir, fragmentação do sono e até mesmo a diminuição da duração do sono”, disse ele.

A falta de atenção e a fadiga, afirma, podem ser causadores de acidentes de trânsito e acidentes de trabalho.

No começo do horário de verão, de acordo com ele, a maior incidência do sol em horários considerados noturnos faz o organismo atrasar seu ritmo. Isso faz com que a pessoa tenda a ficar mais tempo acordada por sentir sono mais tarde – o que afetaria negativamente o sono noturno

Os grupos mais afetados são os adolescentes e os jovens adultos, segundo o pesquisador.

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